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August 27 Stormy night Não sei quando ao resto do mundo, mas há sete anos minha vida é regida por uma equação infalível:
Tudo isso começou com a chegada de Nicolau. Que ele é fofo, ninguém discorda. Que é levado, também não. O que as pessoas não sabem é que, em noite de tempestade, o beagle vira um bebê chorão. Basta roncar a primeira trovoada e o desespero toma conta de seu coraçãozinho canino... e, aí, não importa a hora da madrugada, ele se lança contra a porta da cozinha e não pára de arranhá-la se não receber a visita reconfortante de uma de suas "humanas". Como a única que responde a esse apelo desesperado sou eu, isso significa noites sem dormir.
Ontem a primeira tempestade passou por volta da meia-noite. Lá fui eu para a cozinha, com frio, acalmar o Nick. Meia hora mais tarde, pingando de sono, achei que o suplício tinha chegado ao fim. Ledo engano! A noite estava só começando...
2h da madrugada toca o telefone. Corro para atender, manquitolando porque o joelho não gostou muito da idéia. Quando chego no escritório, Berná já estava lá, ouvindo um maluco reclamar, no meio da madrugada, que ligações dirigidas para nossa casa estavam caindo no telefone dele. Ok. O que ele pretende que se faça às 2h da madrugada???????!!!!!! E, mesmo que fossem 8h da manhã, nós não temos como resolver um problema criado pela companhia telefônica, certo? Ainda bem que ela alcançou o telefone antes de mim, porque eu não teria ouvido metade das bobagens do cucaracho (sim, era um!!!!) sem perder minha paciência e soltar os cachorros. Burrice já é insuportável durante o dia. No meio da madrugada é imperdoável!
A noite prometia, né?
4h55 a segunda tempestade passou. De volta à cozinha...
Esse é um dos prazeres de morar em Campinas, uma das cidades brasileiras em que caem mais raios. Só posso apelar para os anjos e santos e pedir que a próxima noite seja mais calma.
Que sono!!!!
August 24 Sábias palavras...Como poesia nunca é demais, resolvi ir postando algumas preferidas aqui. Tudo no ritmo lento de quem tem mais o que fazer da vida que blogar. O poema abaixo chama-se Alone e é da Maya Angelou, poeta americana.
Lying, thinking Last night How to find my soul a home Where water is not thirsty And bread loaf is not stone I came up with one thing And I don't believe I'm wrong That nobody, But nobody Can make it out here alone.
Alone, all alone Nobody, but nobody Can make it out here alone.
There are some millionaires With money they can't use Their wives run round like banshees Their children sing the blues They've got expensive doctors To cure their hearts of stone. But nobody No, nobody Can make it out here alone.
Alone, all alone Nobody, but nobody Can make it out here alone.
Now if you listen closely I'll tell you what I know Storm clouds are gathering The wind is gonna blow The race of man is suffering And I can hear the moan, 'Cause nobody, But nobody Can make it out here alone.
Alone, all alone Nobody, but nobody Can make it out here alone. Maya Angelou August 10 Tempos difíceisReunião difícil para tentar evitar ser feita de boba. Por que, além de trabalhar feito louco, a gente não tem o "direito" de ser remunerado de modo adequado. Não preciso de mala de dinheiro... só quero que me paguem o que conquistei trabalhando. Será que é pedir demais? Do jeito que andam as coisas, parece que sim...
Desde 2ª, quando soube da morte da Bia, voltei à velha questão: será que vale a pena viver desse jeito? Será que há opção?
The Beauty Of The Rain
Dar Williams August 01 Novo semestre... hora de finalizar projetos pendentesSegunda-fira, 1º de agosto. Primeiro dia do mês caindo no primeiro da semana deve ser sinal de alguma coisa, né? Provavelmente algo bem óbvio: hora de retomar o trabalho e tratar de acabar tudo o que ficou pendente antes das férias. É o que vou tentar fazer, o mais rapidamente possível. Pelo menos, no que depender de mim, a semana não acaba sem que eu termine o guia de recursos do meu próximo livro. Além dele, ainda devo a apresentação e a "página da autora", que escrevo entre hoje e amanhã.
Música do momento: The river (Garth Brooks & Victoria Shaw). Sábias palavras desse belo cowboy americano....
You know a dream is like a river
Ever changin' as it flows
And a dreamer's just a vessel
That must follow where it goes
Trying to learn from what's behind you
And never knowing what's in store
Makes each day a constant battle
Just to stay between the shores...
I will sail may vessel
'Til the river runs dry
Like a bird upon the wind
These waters are my sky
I'll never reach my destination
If I never try
So I will sail my vessel
'Til the river runs dry
Too many times we stand aside
And let the waters slip away
'Til what we put off 'till tomorrow
Has now become today
So don't you sit upon the shoreline
And say you're satisfied
Choose to chance de rapids
And dare to dance the tide...
Do I dare to dance the tide?
Por falar em começos, hoje voltei à natação. Agora, 3 vezes por semana. A água da piscina estava meio fria e acho que será assim todas as segundas, depois de ficar parada no domingo. Faz mal não! Melhor assim, para acordar de uma vez e entender que a semana começou novamente.
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